Os primeiros ensaios surgiram motivados pelos próprios sofrimentos. Dizem respeito às paixões, abondonos, traições, incertezas, solidariedade, compreensão, necessidade de entender uma ou outra situação que incomodava.
Mais tarde, tornei-me mais egoista e percebo que coloquei no papel aquilo que me consumia. Minha vida, meu cotidicano, minhas dúvidas, meus tormentos e, sempre, meus amores.
Hoje não sei dizer, extamente, o que me motiva. Só sei que isso não tem a menor importância para mim e deixo para os que se julgam capazes de avaliar e criticar que façam uma análise.
Também não separo meus escritos por fazes de criação ou de produção. Todos são, para mim, atemporais!